Lagrimas não escrevem “triste”
Por vezes delírio em poesias
nos instantes que não sei respirar
onde o corpo é instrumento da vontade
invisível torna o tem o corpo o vento
Em pequena caixa um bilhete
Papel velho tinta borrada
pelas lagrimas derramadas
e nem se enxerga mais as palavras
que apontavam a felicidade
disse-me um velho senhor
que hoje em dia não sofre dor de amor
que para viver serenidade
nem tente diamantes óleos e pérolas
escrita simples com tinta boa.
As palavras que encontram o mar,
e sim um dia
estas minhas singelas palavras
de tanto uma alma confortar
Estarão cheias de lagrimas.
tornando a apagar o tal caminho do inicio.
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