segunda-feira, 18 de julho de 2011

E depois da correção do "no name" de ontem esta aqui a versão final


Lagrimas não escrevem “triste” 
Por vezes delírio em poesias
nos instantes que não sei respirar
onde o corpo é instrumento da vontade
invisível torna o tem o corpo o vento

Em pequena caixa um bilhete
Papel velho tinta borrada
pelas lagrimas derramadas
e nem se enxerga mais as palavras
que apontavam a felicidade

disse-me um velho senhor
que hoje em dia não sofre dor de amor
que para viver serenidade
nem tente diamantes óleos e pérolas
escrita simples com tinta boa.
As palavras que encontram o mar,
e sim um dia
estas minhas singelas palavras
de tanto uma alma confortar
Estarão cheias de lagrimas.
tornando a apagar o tal caminho do inicio.

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